Viagem, que tédio! Um disfarce na janela, uma procura na fuga ao tempo, a eternidade momentânea de uma "seca"!

Que tédio! O tempo voa parado e não anda, pára e não sai daqui...

Vai sem ir e fica ali, quieto, inerte, morto... procurando soluções do outro lado, o de lá, que cá queriamos que fosse e não é mas, será...

Permanecer, irmão ou pai, sei lá, da apatia morna e fria, qual dia de outono desfolhado, perdido e sentado e de novo parado...

E continua a procura sem movimento de um fim que de intermináveis semelhanças iguais tem a um início sem princípio, igual a tudo e como tudo continua assim, parado.

Folha morta no chão, garrafa vazia de um plástico usado, gasto e de brilho opaco, sem esplendor nem lastro, nem alegria que contraste...

Assim é a viagem, a tua, a minha, a de todos...

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Porto de Mós

Porto de Mós
A "minha" praia e a minha foto!

Sobre Mim

A minha foto
Não pretendo falar muito de mim, vou deixar que as palavras falem e, consequentemente os atos!


Para quem procura, para quem encontra, para quem cai, para quem se levanta...

Não sei o que me leva, nem o que me traz, sei simplesmente que urge, não fazer o que me apraz!

Muitas vezes sou levado pelos impetos do imediato, da satisfação momentânea do devaneio, sem atribuir às consequências qualquer peso de uma consciência obesa.

Diz-se,"ano novo,vida nova", se espero por um dia igual aos outros, para pensar em alterar uma vida desregulada, sinto que defraudo quem acredita, decide e age todos os dias... vou tentar sair da lama e mudar, vou tentar hoje, o amanhã não me pertence...

A quem bate... quem procura...

A quem bate... quem procura...
...se abre, encontra...

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